Elven_Pantheon

O panteão élfico compreende cinco deuses e quatro deusas, os quais os modernos elfos Dalishianos se referem como Os Criadores. O panteão é liderado por Elgar’nan, o Pai de Todos, deus da paternidade e da vingança, e Mythal, a Grande Protetora, deusa da maternidade e da justiça. Há também referências na mitologia élfica para outra raça de deuses, chamados de Os Esquecidos, os inimigos do panteão élfico. Diz-se que Fen’Harel foi o único capaz de andar livremente entre os dois clãs, e ambos pensavam nele como um dos seus.

Curiosamente, embora os deuses elfos sejam responsáveis pelos dons do mundo (e em alguns casos por recriá-lo), eles também foram criados e não são os criadores do mundo de acordo com a crença élfica. Ao contrário dos Deuses Antigos, esses deuses nunca foram reivindicados terem andado no mundo mortal ou desafiado diretamente o Criador. A sua localização atual é incerta, uma vez que eles, aparentemente, não interagem com o mundo mortal. No entanto, a crença élfica afirma que o Imaterial, ou Além, como é conhecido pelos elfos, é considerado um local sagrado e os deuses estão presos na Cidade Eterna.

Na história élfica, esferas chamadas “foci” às vezes eram utilizadas para canalizar o poder dos deuses élficos, por várias razões. Esses itens estavam geralmente associados a um determinado membro do panteão élfico.

História

O panteão élfico foi reverenciado no tempo da civilização Elvhenan, que na linguagem élfica significa “o lugar para o nosso povo”, antes que os seres humanos viessem a Thedas. Pouco se sabe sobre como os deuses eram adorados nesta época, exceto que os deuses tinham templos com guardas em armaduras especiais, que os elfos adoravam seus deuses por meses e que a adoração pode ter incluído rituais envolvendo água e ajoelhando e orando perante altares.

Uma vez que os elfos descobriram que a própria presença dos seres humanos fazia com que os elfos imortais envelhecessem e morressem, eles tentaram isolar-se. Muitos acreditavam que os deuses tinham os julgado indignos de suas longas vidas e os lançaram no meio dos seres humanos. Os elfos recuaram, mas acabaram por ser conquistados e escravizados pelo Império Tevinterano. Durante os séculos de escravidão, os elfos perderam a maior parte de sua linguagem e história, e da adoração do antigo panteão élfico diminuiu. No entanto, os elfos, liderados por Shartan, ficaram ao lado do exército de Maferath e Andraste em sua luta contra o Império, como recompensa pelo serviço prestado Maferath dá aos elfos um novo lar nos Vales, onde a adoração do panteão élfico poderia ser ressuscitada. Os elfos partiram de Tevinter rumo a sua nova pátria em -165 Era Antiga.

A nova pátria dos elfos era para ser de curta duração para os padrões da civilização Elvhenan, no entanto. Ao longo dos próximos 270 anos ou mais, as relações entre os elfos e os seus vizinhos humanos deterioraram-se e, iniciam-se escaramuças de fronteira entre os Vales e Orlais em 2:5 Era da Glória.

As forças élficas capturam a cidade orlesiana de Red Crossing em 2:9 Era da Glória, e Montsimmard, um grande ponto estratégico para Orlais em 2:10 Era da Glória. Os elfos marcham para Val Royeaux e quando parecia que os elfos poderiam realmente capturar a capital, a Divina Renata I declara guerra sagrada contra os elfos, que viria a ser conhecida como a Marcha Exaltada dos Vales e que completamente reprimiu os elfos em 2:20 Era da Glória.

A capital élfica de Halamshiral e os Vales são tomados por Orlais, com assentamentos élficos sendo desenraizados e a adoração dos deuses élficos proibido. Os elfos que aceitaram trégua oferecida pela Chantria foram obrigados a aceitar o Criador e viver em guetos, conhecidos como alienários, dentro de assentamentos humanos. Alguns elfos, no entanto, se recusaram a desistir de seu culto ou do sonho de sua própria pátria, e eles se tornaram os Dalishianos.

Referência

Texto traduzido e adaptado por Ivan Cardoso de: http://dragonage.wikia.com/wiki/Elven_pantheon

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